quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sequências para iniciantes: Batida Lateral


 Olá pessoal!!

Hoje vou postar um vídeo com uma sequência super simples de Batida Lateral. Para quem já conhece a dança do ventre, sabe que é um dos passos mais populares e temos uma infinidade de combinações e sequência que podemos colocá-lo.

No vídeos dá para ter uma ideia de variações!



Abdel Halim Ali Shabana

Olá pessoal!!!

Hoje vou contar um pouco da história de um músico árabe super famoso, foi muito difícil achar conteúdo então fiz de uma maneira mais reduzida, mas dá para ter uma noção legal sobre essa personalidade.  Vamos lá??


Abdel Halim Ali Shabana nasceu em 21 de junho de 1929, na aldeia de Al-Hilwat na província de Al-Sharkia.

É considerado um dos 4 pilares da música árabe.

Abdel na escola já mostrava seus dotes musicais, com 14 anos ingressou no Instituto de Música Árabe do Cairo.

Sua primeiras aparições como cantor foi substituindo um outro cantor no rádio, ficando assim conhecido pelo público.

Se tornou o primeiro cantor romântico do Egito, com sua maneira “diferente” de interpretar as músicas

 Começou a produzir então muitas canções de amor como:  Ahwak, Nebtedi Minen el Hekaya, Fatet Ganbina.

Também trabalhou com o poeta egípcio Mohammed Hamza em músicas como:  Zay el Hawa, Sawah, Mawood entre outras.

Se tornou muito famoso e atraia multidões para vê-lo cantar dentro e fora dos países árabes.

Ficou conhecido como “ Rei da música árabe” ; “ A voz do povo” !!

Mesmo depois de sua morte em 30/03/1977 ainda é sucesso de vendas.

Foram mais de 300 canções e 16 atuações em filmes clássicos


Algumas das canções mais populares do Halim são:

Ahwak , Ala El Sho , Ala Hesb Wedad, Betlomooni Leih, El Massih, Fatet Ganbena, Gabbar, Gana El Hawa, Sawwah, Maw'ood, Zai El Hawa, Qari'at Al Fingan, Habibati Man-Takoon.




Fonte de pesquisa
www.wikipedia.com

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Meia-Idade X Dança



Olá pessoal!

Hoje vou postar um trabalho que fiz juntamente com a minha lindona Milene Rodrigues no curso Técnico em Dança da escola Shiva Nataraj na matéria de Psicologia da Prof. Cristiane. 

É bem interessante, vale a pena dar uma olhadinha!!



Meia-Idade  X  Dança




Milene M. Rodrigues
Fernanda Pandolfi Carlos



Introdução:

   A meia-idade é uma das fases de vida mais difíceis do ser humano, um tempo de limitações, perdas e instabilidade emocional devido às limitações ocasionadas, desta forma surge à necessidade de melhorar esse processo de envelhecimento tornando a vida do idoso mais fácil e prazerosa.
    Uma modalidade que vem se destacando nesse contexto é a dança, que é uma atividade estimuladora promotora da integração muito importante nessa fase.
    A dança surge como uma atividade física que proporciona um cuidado com o corpo, com a mente e também com as relações sociais. É uma atividade física muito recomendada por profissionais da saúde. É considerada uma das mais completas formas de atividade nessa idade.


Limitações Físicas:

·       O corpo torna-se menos flexível
·       Perda de agilidade
·       As articulações perdem a mobilidade e elasticidade
·       Os ossos ficam mais fracos
·       Comprometimento do sistema respiratório
·       O aparelho cardiovascular sofre diminuição de capacidade

Limitações Psicológicas  ( Crise da Meia- Idade):

·       Busca de sonhos indefinidos
·       Desejo de voltar à juventude
·       Desejo de ficar sozinho
·       Depressão



Porque a Dança?

A dança é um tipo de modalidade que vem se desenvolvendo cada vez mais, conquistando assim mais pessoas que se encantam por essa arte. A dança como atividade física ajuda a garantir a independência do individuo através da manutenção de sua força muscular, principalmente de sustentação, equilíbrio, potencia aeróbica, movimentos corporais totais e mudanças no estilo de vida. A dança tem o poder de fazer com que o tempo passe de uma maneira mais suave e produtiva.
Para essa idade é importante extravasar os sentimentos, é nessa idade que começa a exclusão e a limitação imposta muitas vezes pelo próprio indivíduo.
A dança também estimula a socialização e a reintegração social diminuindo assim as angustias e incertezas que cercam este grupo durante a vida cotidiana.

Dança do Ventre e a Meia- Idade
Benefícios Físicos:

·       Ativação da circulação sanguinea
·       Reeducação postural
·       Melhora da coordenação motora
·       Aumento da resistência física
·       Aumento da flexibilidade

Benefícios Psicológicos:

·       Auto-estima
·       Aumento da sexualiade e da sensualidade
·       Segurança
·       Satisfação
·       Desbloqueios impostos pela própria pessoa

Depoimentos:

"Estou melhor em tudo. A dança me da mais equilíbrio e auxilia minha memória"     G. P., faz dança do ventre há dois anos desde a criação do curso pela Fundação Pró-Família.

"Dizem que dança do ventre e coisa pra jovem. Mas eu sou jovem, o que e ser velho? "As atividades do Centro de Convivência mudaram minha vida" M.G.  50 anos, participa do coral, da ginástica e faz artes plásticas.


Conclusão

Podemos concluir com esse trabalho que o grande inimigo do ser humano é ele próprio, com suas limitações e restrições. A dança é uma descoberta do corpo e da alma que muda sua forma de pensar e de se colocar no espaço, proporcionando à meia-idade a saúde e o bem estar necessários para viver essa fase  tão importante de nossas vidas.
 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Estudo de Bailarinas: Tahia Carioca




Frequentemente chamada de Marylin Monroe do mundo árabe, Badaweya Mohamed Kareem, bailarina egípcia mais conhecida como Tahia Carioca, nasceu no dia 22 de fevereiro no ano de 1919, em Manzala. Logo após seu nascimento, a família da bailarina mudou-se para Ismailia, cidade onde muitos pesquisadores crêem que ela nasceu. Em sua adolescência, ela começou a dançar. Tal como a maioria dos bailarinos, ela inicialmente sofria críticas por parte de sua família e particularmente, Tahia sofreu pela não aceitação dos seus irmãos, super protetores.
Para escapar de seus irmãos, a bailarina deixou sua família e tomou o trem para Cairo.

Mohamed Karim, pai de Tahia, exerceu sobre ela duas influências: seu amor pela arte e em segundo seus vários casamentos. Seu pai casou 7 vezes e mais tarde, Tahia oficialmente dobrou o número de seu pai, casando-se 14 vezes.


No Cairo, Badaweya entrou na escola de Dança e logo se revelou como uma ótima bailarina. Badeia Masabni, uma grande bailarina de dança do ventre na época, professora e proprietária da famosa boate “Cassino Ópera”, ouviu falar desta grande bailarina. Depois que Badeia a viu dançar e cantar, Badaweya entrou no grupo de bailarinos e seu nome foi mudado para Tahia.


Não demorou muito tempo para Tahia fazer sucesso... A multidão amou seu jeito de dançar, a dança fluía naturalmente, os quadris eram suaves e sempre de acordo com a música, algo que os bailarinos gastam anos para dominar. Tahia possuía esse brilho indescritível, que chama a atenção de todos e que nada podem fazer a não ser se perderem na sua dança. Sua popularidade cresceu no clube e ela se tornou a sua atração especial


O que evidenciou sua popularidade no clube noturno foi sua incorporação da dança e música brasileira com seu estilo egípcio, Ela se tornou fascinada pelo ritmo brasileiro e pediu ao seu músico que tocasse algo similar. Tahia trouxe para os seus shows os rítmos latinos. A concorrência no Cabaret de Badia era dura, especialmente contra Samia Gamal que também dançava lá no início de sua carreira. Porém a idéia de incorporar a dança brasileira no seu estilo foi algo tão original, que rapidamente trouxe fama e logo foi batizada mudando seu nome como nós conhecemos e amamos hoje; Tahia Carioca.


Foi no clube noturno da Badeia que Tahia tornou-se amiga da mais jovem bailarina, Samia Gamal. Apesar de ler-mos muito que as duas eram rivais, creio que eram apenas concorrentes por serem tão talentosas e da mesma época. Tahia contribuiu grandemente com Samia, tornando-a uma talentosa bailarina. Esta amizade foi para a vida e durou até Samia morrer. Samia Gamal e Tahya Carioca tiveram muito em comum. Ambas eram oriundas das camadas mais baixas da sociedade. Deixaram seus lares, quando ainda eram adolescentes, para trabalhar no Cassino Opera. E o mais importante, foram pioneiras porque almejavam elevar a dança do leste a uma forma de arte elegante e bonita. Elas tiveram sucesso!


O clube noturno trouxe tanta fama à Tahia, que a conduziu automaticamente ao seu trabalho como atriz. Na época, o entretenimento e a indústria cinematográfica estavam florescendo. Por volta da década de 10, o Egito tinha mais de 155 empresas de produções cinematográficas, e qual foi o tipo de filme mais na procura de público desde o egípcio? O tema mais popular na época era comédia de danças e musicais. Foi o melhor momento para ser uma bailarina, onde o seu trabalho estava em constante procura. Tahia era a melhor, certamente era.
Depois começou a aparecer alguns filmes como apenas uma dançarina, Tahia passou a atuar também. Seu primeiro papel foi atuando uma personagem principal ao lado do famoso comediante Naguib El-Rihani. O filme foi Li'bet Al-Set (Woman's Play,1946).

Foi um brilhante sucesso não apenas para a bilheteria, mas também para Tahia. Seu dom para atuar também tinha sido mostraram ao mundo. Com o sucesso, as ofertas de atuar dançando não pararam de aparecer, Tahia trabalhou em mais de 200 filmes por mais de 50 anos.


Tahia atuou ao lado de grandes estrelas do Egito inclusive sua amiga Samia Gamal e seu amor Farid Al Atrash. Apesar de ter se revelado como uma ótima atriz, Tahia continuou a trabalhar em casas noturnas também porque amava a realização de uma audiência ao vivo, partilho o mesmo amor. Além disso, ela não podia deixar a sua enorme quantidade de fãs e admiradores de lado.

Como já disse antes, Tahia era uma bailarina altamente respeitada, mas este título artístico não significava que sua dança era aceita por todos, principalmente pelos conservadores e religiosos, (como a dança de Mahmod Reda e Farida Fahmi). A dança de Tahia era sexy. Sua figura representava uma dama forte, sexy e inteligente e sua dança muito sedutora.


Nos últimos anos de sua aposentadoria, fez uma peregrinação à Meca e após isso adotou o véu (hijab). A bailarina considerou esse assunto estritamente pessoal, e ao contrário de algumas atrizes que adotaram o véu, nunca renunciou a sua profissão.
Apesar de sua frágil saúde, continuou a ser uma pessoa vivaz, dando entrevistas à imprensa, quando sua saúde o permitia.


Apesar dos seus diferentes casamentos, Tahia nunca foi capaz de conceber um filho, no entanto, muito perto de sua morte, um bebê foi deixado em sua porta em 1997, Tahia o acolheu, mas logo a bailarina morreu. Então como Tahia o desejava, o bebê foi acolhido por Fifi Abdou, que tinha imensa admiração e respeito por Tahia, que morreu em 20 de setembro de 1999, ataque cardíaco.
Tahia não afetou apenas a indústria de entretenimento do Egito, ela influenciou o Egito não apenas com a sua dança, mas também com as suas fortes opiniões políticas. Tahia foi presa por três meses em 1953, quando ela expressou o seu apoio a uma pós-revolução de regresso à democracia constitucional, no Egito. Na prisão, ela entrou em greve de fome, encorajando a revolução. Além disso, Tahia lutou na sequência de uma alteração da legislação relativa aos sindicatos, em 1987. A lei era injusta para com os artistas.


Tahia foi tão bem sucedida por uma razão; as pessoas em todo o mundo amavam vê-la dançar, observá-la... Ela trazia-lhes alegria. Tahia não precisam contactos para promover sua carreira; seus quadris fizeram isso por ela. Assistir Tahia dança é tão relaxante porque ela conseguia mostrar a alegria da dança tão evidente nos seus quadris e compartilhar com a platéia. É por isso que ela amou, ela compartilhou sua alegria.
                            
         

                           
                                            


Make up Belly Dance

Olá pessoal!!!

Hoje vou postar um vídeo ensinando a fazer uma maquiagem super legal!!

Uso bastante essa make nos meus shows de dança do ventre, mas também pode ser usada para festas a noite, casamentos e etc...
 
          Se interessar posso colocar o nome de todos os produtos que usei, é só pedir nos comentários!!!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Belly Fusion

Olá pessoal!

Hoje vou postar um vídeo de uma modalidade que eu criei chamada Belly Fusion!!

Sempre gostei de fusão e de agregar coisas novas e diferentes na minha dança, assim pensei em passar essa experiência para minhas alunas!!

Essa foi minha primeira coreografia misturando dança do ventre com flamenco!!


Descrição:
Belly Fusion
A modalidade belly fusion nasceu com o intuito de mesclar, fazer fusões entre a dança do ventre e demais modalidades de dança. 
Fusão (fusion) é a ligação entre dois elementos que possuem uma relação. Na dança significa a união de duas ou mais modalidades. Para uma fusão bem feita é necessário o estudo aprofundado das modalidades de dança, se atendo para não descaracterizá-las.
Por ser milenar, dança do ventre (belly dance) inevitavelmente vem passando por inúmeras mudanças e modernizações, possibilitando sua mescla com outras modalidades, como balé clássico, jazz, flamenco, tango, samba e outras. Quando bem realizada, a fusão tem um resultado belíssimo, com riqueza de cores, temas e culturas. 
Os ritmos utilizados dependerão da fusão que será feita.

Tipos de Fusões
               A dança do ventre pode ser fusionada com qualquer estilo de dança, basta ter bom senso e criatividade. Citarei abaixo as fusões mais conhecidas:
Fusão com balé clássico: usamos passos do balé e até mesmo sapatilha de ponta.
Fusão com flamenco: também conhecida como Andaluz, usamos passos da dança flamenca e seus acessórios.
Tribal fusion: mescla, dança do ventre, tribal, danças étnicas, etc.
Fusão com samba: usamos o ritmo do samba com passos de dança do ventre.
Fusão com dança indiana: usamos passos das danças clássica e moderna indianas para compor a fusão.
Fusão com jazz: usamos os passos do jazz, possibilitando uma infinidade de movimentos.
Fusão com tango: usamos a característica da música e dos passos marcante do tango.

A belly fusion é uma modalidade nova, cujo ensino deverá ser instruído por profissionais habilitados que conheçam o mundo da dança em todos os aspectos, pois uma fusão bem feita só será possível devido à vivência e ao estudo do profissional em questão.

A fusão sempre tem que ter uma base, ou seja, uma dança de base, que no caso é a dança do ventre, e uma dança de fusão, esta será apenas uma toque sobre a sua base. Esse toque pode ser no figurino, na música ou nos movimentos. Deve-se ter muito cuidado para não perder essa base e acabar desestruturando o sentido da fusão.


                                                        Belly Fusion no Maevva pelo Espaço El Fareda.









Espero que gostem e até a próxima!!!


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Um pouco sobre Tribal


Estilo Tribal: Conhecendo Melhor a Arte

 Resumo: Não pode ser considerada folclore, também não é etnicamente tradicional. O Estilo Tribal divide gostos e opiniões, e deixa dúvidas como: o que é afinal essa dança? É uma modalidade de dança do ventre?

Veremos a seguir o Estilo Tribal desde o surgimento, as roupas, as músicas e as bailarinas que se destacaram nessa dança.

 Introdução: A palavra tribal esta relacionada ao conceito de família, grupo ou comunidade.

O Estilo Tribal é uma modalidade de dança que funde arquétipos, conceitos e movimentos de danças étnicas das mais variadas regiões, como a Dança do Ventre, o Flamenco, a Dança Indiana, Danças Folclóricas de diversas partes do oriente, África Central chegando até ao Tajiquistão e Uzbequistão.


História: Falando agora um pouco de história, os primeiros registros são da década de 60 quando a bailarina norte-americana Jamila Salimpour fez uma viagem para regiões do Egito, Marrocos, Argélia, Líbia para pesquisas, incorporou suas descobertas a sua trupe de dança Bal Anat criada em 1968. Com a Bal Anat passou a desenvolver coreografias que utilizavam acessórios de danças folclóricas e passos de dança oriental para criar uma dança-teatro.

Nos anos 80 novas trupes já haviam se espalhado pelos EUA. Masha Archer, discípula de Jamila, ensina para Carolena Nericcio a técnica criada par Jamila para obter um melhor desempenho de suas bailarinas.

Esta técnica baseia-se nos trabalhos de repetição e condicionamento muscular do Ballet Clássico adaptados aos movimentos das danças étnicas.

Carolena forma sua própria trupe Fat Chance Belly Dance trazendo novos figurinos e a característica mais forte do ATS ( American Tribal Style): a improvisação coordenada. Essa improvisação parece uma brincadeira de “siga o líder”, com códigos e sinais corporais que indicam qual será o próximo movimento, transição e até a troca de liderança.

Nos anos 80 o Estilo Tribal apresenta mais características de Dança Indiana, do Flamenco e do Jazz. Assim nasce o Neo Tribal. Este estilo já não segue o ATS abrindo assim um novo leque de oportunidades de cenários e fusões sempre respeitando o estilo criado em 1980.

Em 2002, no Brasil, Shaide Halim cria a Cia Halim Dança Étnica Contemporânea. Shaide inova mais uma vez e deixa a dança livre para qualquer fusão dependendo somente da música escolhida.

Assim a Dança do Ventre foi incluída no Estilo Tribal, por ser uma dança ritualística com uma bagagem rica de movimentos, acessórios, música e cultura. Tornando-se o estilo mais popular: a Belly Dance Tribal Fusion.

Foram também adicionadas as danças brasileiras, hoje divulgado pela Cia Halim.


Figurino: Com todas essas fusões o figurino é uma rica mistura de ciganos com povos nômades, com conchas, moeda, sementes, flores, cintos de moedas e etc...

O figurino usado hoje é composto de: saia longa (sem abertura), calça pantalona ou salwar (bombacha indiana), choli (blusa indiana), sutiã por cima da choli, xales, cintos, moedas e borlas ( pompons).


A música e os movimentos: Os movimentos são ondulatórios, sinuosidades que destacam o corpo da mulher como camelos, oitos e redondos. Os braços são milimetricamente trabalhados para dar o efeito desejado. A perfeita dissociação corporal explorando a pelve, abdômem, peitoral, braços, mãos e cabeça. Essa dissociação é uma das características mais fortes do Estilo Tribal, além da dança em grupo simulando um ritual.

Para acompanhar essa dança extremamente complexa a música tem ritmos fortes com percussões e solos de Derbak. Há desde melodias que lembram músicas folclóricas africanas, ciganas e até mesmo hip hop e remix.


Principal bailarina da atualidade:

Rachel Brice: Pequena biografia;

  • Estudante de Yoga e Dança do Ventre desde os sete anos de idade;
  • Estudou no programa universitário de dança da Universidade Estadual de São Francisco;
  • Em São Francisco Rachel ministrou aulas de Yoga e Dança do Ventre nos estúdios da Pixar;
  • Participa do grupo Fat Chance Belly Dance;
  • Atualmente esta concluindo seu bacharelado em Etimologia da dança;
  • Estudou Kathak, Flamenco, técnica Dunhaham, dança moderna e coreografia;
  •  Participa do grupo The Belly Dance Superstars.
  • Criou a Cia Indigo que utiliza músicas Lounge e Techno-Orientais.

Conclusão: O Estilo Tribal é uma dança que funde várias outras danças orientais e folclóricas, portanto requer um nível elevado de dedicação. Sua associação com a Dança do Ventre é mais uma fusão com o intuito de enriquecer e mesclar movimentos, músicas e cultura. Atualmente, o interesse pelo Estilo Tribal cresceu surgindo vários grupos cada um com sua influência e personalidade ajudando ainda mais a propagar essa arte tão complexa e misteriosa.


Referências Bibliográficas: